terça-feira, 9 de agosto de 2011

Elegância é...

O que é elegância? Quais as maneiras de agir ou de vestir que tornam a pessoa elegante?
Pelo significado do Dicionário da Língua Portuguesa, a elegância é definida como “graça, distinção nas formas, nas maneiras, nos trajes: elegância de porte, de vestes; apresentar-se com elegância”. Também, “arte de escolher as palavras: falar, escrever com elegância; elegância de estilo.”
Assim, a resposta para esses questionamentos está no espírito, na riqueza interior. A elegância emerge do espírito de cada um, da finura de sua simplicidade, da beleza e delicadeza de nossos gestos. O belo que há nas pessoas não é somente o que se manifesta por fora: as joias, o vestuário, as griffes famosas. Mas, a cultura, a conduta, o comportamento, a educação.

A elegância está sempre em nosso ser, nosso agir e nosso pensar. O vestuário e a moda são apenas algumas das formas de expressar o nosso estilo, uma forma de identificação. É claro que não devemos ir a uma festa com um “shorts” e uma “regatinha floriada” com a desculpa de que o calor está insuportável. É necessário que saibamos valorizar nossa imagem sabendo adequar nosso estilo à ocasião – isso também é elegância! Devemos lembrar também que, tanto o corpo quanto a mente devem estar bem arrumados e bem apresentados.

Dani Maria

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Nooo nooo nooo...

Faz uns dias, mas é inevitável não comentar sobre o assunto. Amy Winehouse estará na lista junto com outros nomes importantes da música que morreram com apenas 27 anos, junto com Jim Morrison, Janis Joplin, Kurt Cobain e Jimmi Hendrix. Além da música, Amy nos deixou seu grande estilo, não somente para os fãs, mas para as pessoas que apreciaram sua autocriação moderno retrô. 

Curtam então um ótimo som da mulher que reergueu o soul nos tempos de hoje ouvindo "Rehab" que, como diz a Ro Maria, “nooooooooo noooooooo noooooooo”, ainda de luto pela perda de seu ídolo.

Marina Maria

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Dica da estação

Os chapéus, boinas e gorros estão em alta neste inverno, bem como, luvas e cachecóis. Além de deixarem o visual feminino mais alegre, protegem as partes do corpo que mais esfriam, uma vez que para se proteger do frio, o corpo contrai os vasos, esfriando mãos, pés, orelhas e nariz para jogar o sangue para partes que ele considera mais vitais. Então, o certo é proteger a cabeça com gorro, usar luvas e cachecóis.
É o estilo dos anos 20 e 30 que volta para esquentar e agasalhar o corpo neste inverno!!


Dani Maria

De olho no meio ambiente!

Casacos e coletes de pele sintética. É isso mesmo! Estão na moda e são muito charmosos. Combinam com todos os looks, desde os mais arrojados aos mais casuais.
Vale a pena investir! A Natureza agradece!

Dani Maria

sábado, 25 de junho de 2011

Brilhante não é pedra

Pela proximidade que a minha família tem com o mercado de joias, me tornei uma grande apreciadora de pedras preciosas. E, com o tempo, conhecedora do assunto. Nesse sentido, ainda é expressivo o número de pessoas (inclusive "profissionais" da área) que se referem de forma equivocada em relação ao diamante. Acontece que "brilhante" não é uma pedra, e sim, um tipo de lapidação, que pode ser aplicada a outras pedras preciosas. A lapidação brilhante redonda é a mais popular do diamante e, como o próprio nome sugere, a mais brilhante. O diamante tem ainda como formatos mais conhecidos a lapidação octogonal ou esmeralda; a navete ou marquise; a gota; a oval; a princess; a triângulo; a coração e a baguete. E ainda vale destacar que a pedra sintética do diamante é a zircônia. Ou seja, informe-se muito bem antes de adquirir uma joia com diamantes para não comprar gato por lebre. 


Gabi Marcon

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Oxford, o sapato da estação


Quando o assunto é sapato, espontaneidade, mistura de estilos, biqueiras quadradas ou saltos de formas retas, são alguns dos traços característicos desta década. Do clássico ao mais despojado, o importante é ter estilo e acreditar no que estamos usando, criando looks modernos e, ao mesmo tempo, harmônicos. Vale lembrar que o calçado sempre dá um toque especial na composição do look, respeitando, claro, o ambiente e a ocasião. Sapato, em inglês, é "shoe" - deriva do inglês antigo "sckh" que, por sua vez, tem origem no latim com o significado de oculto, coberto. Existem evidências que mostram que a história do sapato começa a partir de 10.000 a.C. quando surgiu a necessidade de cobrir os pés.  Um provérbio diz que pode-se classificar a origem de uma pessoa pelo tipo de calçado que ela usa. Faz sentido, pois a história ensina que o sapato sempre foi símbolo de status.






Dos padrões mais simples até aqueles que são obras do design, o sapato deve estar aliado à beleza, conforto e praticidade. Os designers também fazem releituras de calçados antigos como o clássico masculino "Oxford", um dos pontos altos deste inverno. O Oxford surgiu no século 17, na Inglaterra, e  recebeu esse nome pela popularidade entre os alunos mais abastados da Universidade de Oxford. Agora, ele chega em versões modernas e, é claro, em modelos com salto para deixar os pés femininos ainda mais charmosos.
 
Dani Maria   

Sabe Maria...

Queridas amigas,


Já é metade do ano e cá estou eu postando trecho de um conto publicado no meu livro “A Louca e Outros Contos de Ônibus”.  O título tem tudo a ver com o blog Tita e Marias, e tudo a ver conosco, que estamos sempre a nos indagar sobre o que fazemos com todas as sensações que carregamos dentro de nós.  Boa leitura e um forte abraço!!! 

Mônica Maria
  
 Sabe Maria...

“Quarta-feira e eu exausta de emoções. Todas se manifestaram: temor, medo, ansiedade, saudade. Até mesmo o amor ou afeto que eu guardo numa prateleira tão inalcançável tem se manifestado.
Talvez seja bom, talvez não, mas é inevitável que um dia, por um destes tremores de terra que podem acontecer em qualquer lugar, de repente – não mais que de repente – o vidro onde estivesse guardado se mexesse e viesse à tona todo e tudo ali guardado.
Ficamos anos sem mexer no depósito das emoções e então, quando menos esperamos, elas vêm por si só, como se não dependessem de nós. Acalentador e assustador o processo que nos faz ver que elas ainda existem. Acalentador porque voltamos a perceber a nossa existência além desta razão – esta que pregamos no dia-a-dia todo o dia – e deste corpo. Assustador porque, neste momento, ainda não sabemos o que fazer com tudo isso."