sábado, 9 de novembro de 2013

Tita na Close Boutique

Uma loja com marcas exclusivas.

A Close Boutique fica em Flores da Cunha.

Vale a pena conhecer e prestigiar o evento que terá a presença da nossa Tita!






Bjs.

Gabi Maria


sábado, 19 de outubro de 2013

domingo, 15 de setembro de 2013

Me explica como se eu tivesse 6 anos?





- Mãe, o que é “programação” (de computadores)?

- (...)

- Por que você quer saber isso?

- Eu quero fazer um joguinho, aí eu tenho que programar...

- (...)  Bem, (... respira...) ...  Então é assim, filho: a gente fala português, inglês... o computador, fala uma outra língua, que não é humana... É língua de máquina...

- Hummm...

-  Aí, o programador, aprende a falar essa língua também. Ele transforma  na língua do computador essas coisas que a gente quer dizer. Aí todo mundo se entende.

- Ah! Legal! Vou desenhar o meu joguinho pra depois fazê a tradução!

Nesse diálogo com meu filho de seis anos, as primeiras reticências representam que eu gostaria de ignorar a pergunta, e largar aquela clássica: “pede pro teu pai”. Mas aí, a gente vê que algumas coisas podem ser faladas de um jeito simples, que podemos usar algumas metáforas e “clarear as ideias”.

Não sei se fiz certo ou errado, se expliquei ou confundi, mas a felicidade daquele rostinho com dúvida sanada me deixou muito feliz. E isso eu levo também para o jornalismo. Fico muito satisfeita com as oportunidades de mediar conversas, muitas vezes difíceis, e passar alguma informação útil para frente. Quando não estou entendendo o que alguém com conhecimento muito específico diz, tenho vontade de pedir: por favor, me explica como se eu tivesse 6 anos?   

Se bem que os 6 anos de hoje...

Bjs

Jana Maria


O mito da guarda dos filhos

Início da civilização: os machos iam à caça, à guerra, ao mundo e as fêmeas ficavam nas cavernas/casas, cuidando das crias – levando-se em conta que naquela época não existiam os métodos anticoncepcionais e a gravidez se sucedia anualmente e, da mesma forma, a amamentação era a única forma de manter o filhote vivo - e não havia leite em pó, banco de leite ou complemento alimentar! Este filhote deveria crescer com saúde, pois era importante o aumento do grupo para ampliar a tribo. Bizarro? Nada mais do que aconteceu com nossos antepassados, então fica bem claro porque, durante muito tempo, se entendeu que as fêmeas/mães eram as guardiãs exclusivas dos filhos.

O tempo mudou. Hoje fêmeas e machos – mães e pais – vão para a luta diária que vai garantir à família casa, comida, bens, abrigo, território e alguma coisa que nos dê alegria! Hoje existem creches, leite em pó, cuidadores, banco de leite, babás, etc. que garantem que ambos possam cuidar de seus filhos e, a partir daí, há uma reviravolta no Direito de Família que, por ser uma ciência social, representa e é modificada perante as mudanças da sociedade, desta feita, mudando os papéis sociais do pai e da mãe, da mulher e do homem na sociedade, muda a visão que o julgadores tem desta família.

                                         Imagem: ajudajudicial.com.br

Sem dúvida, pra mim, isto é evolução. A partir do Estatuto da Criança e do Adolescente passou-se a buscar uma decisão que melhor atenda ao interesse da criança, e às vezes temos um pai muito mais cuidador e amoroso que uma mãe – o que também garante que casais homossexuais masculinos adotem filhos e sejam bons cuidadores. Hoje, equipes disciplinares decidem o que é melhor para as crianças, que não se restringe às questões econômicas,  passando por ela, mas indo por questões subjetivas como afeto e amor.

Hoje pais e mães têm a possibilidade de ficar com seus filhos e isso deixa cada vez mais de ser uma disputa, e passa a ser um ato de amor, pois possibilita que os genitores percebam o que é melhor para o filho e possam vê-lo como o ser que mais merece cuidado na hora de uma separação, havendo, ainda, a possibilidade da guarda compartilhada que possibilita contato de ambos os pais com o filho. Enfim...migramos da disputa pela guarda para o compartilhamento do amor!

Beijocas!
Mônica "Maria" 

Mônica Montanari é advogada.
Registro profissional: OAB/RS 30.596
Contato:
Rua Pinheiro Machado, 1811 - sala 61 - Ed. Gemini I - Centro
Caxias do Sul (RS)
54 3223.0230 | 9101.2744




quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Curtir ou não curtir? Eis a questão.




"Grande campanha pela vida: cada um cuidando da sua. Participe você também!" Li isso no Facebook outro dia. E não curti, porque traduzi assim: "Grande campanha pela vida no Facebook: cada um cuidando do seu. Participe você também!" Que contradição. Penso que o Facebook funciona mais ou menos como um filme. O usuário é o protagonista. Capricha no personagem, escolhe um conflito, desenvolve um enredo, foca no contexto, cita uma realidade onde quer se encaixar e, assim, torna-se protagonista de sua própria história. Nos negócios, monitorar numa rede social é uma questão estratégica. Na vida pessoal, é uma questão da natureza humana, de seu interesse pela vida alheia, quando o melhor, o mais simples é focar-se em si mesmo. Outro dia escrevi: não existe privacidade no Facebook. Nem no Face, nem em outra rede social. 

Uma pesquisa recente da Agência Digital SocialMX apontou que 80% dos posts nas mídias sociais são sobre quem posta. Ou seja, somos obcecados por nós mesmos. Obcecados, não focados. E aí eu reflito sobre como estamos usando a rede para nos comunicarmos e o quanto estamos expondo nossas vidas por meio delas. É como se estivéssemos testando nossa imunidade o tempo inteiro. Online. Ao abrirmos (alguns escancarando) o livro de nossas vidas no Facebook, estamos permitindo que o outro curta, comente, compartilhe, seja virtualmente, seja quando estamos frente a frente. Face to face. Não podemos exigir dos outros uma postura que não temos. Curtir ou não curtir? Eis a questão. 

Bjs.
Gabi "Maria"


Gabriela Marcon é jornalista. 
Assessora de Comunicação, 
RP Digital e Mestre de Cerimônias. 
É consultora de joias e jornalista responsável da
 revista Diamond News, de São Paulo, 
com conteúdo voltado ao mercado de gemas e joias.
54 8118.6597
gabi@marconnews.com.br
http://www.gabrielamarcon.com.br


segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Lê Maria na Revista Afrodite

Destaque na capa da Revista Afrodite, a matéria traz dicas da fisioterapeuta dermatofuncional Leandra Paes, a nossa Lê "Maria", de cuidados com as mãos, para mantê-las sempre saudáveis.

Fica a dica de leitura. 

Abs.
Gabi "Maria"





quarta-feira, 12 de junho de 2013

Brechó das Coisas

Foi um ótimo encontro das Marias. Resolvemos agitar nosso último domingo organizando o Brechó das Coisas, em clima de festa junina, com direito a quitutes e quentão. 

Foi uma troca de acessórios e roupas, a preços camaradas. Mas muito mais do que isso, foi uma troca de ideias, amizade e muita animação.

Assim são as Marias.

Assim são Dani, Jana, eu, Mê, Mônica, Lê, Marina e Tassi. 

E, lógico, a fotógrafa Tita. 

Em tempo: nossa querida Gel "Maria" não está na foto porque mora em Floripa, na Santa & Bela. Mas ela enviou repelentes de cravo a todas as Marias (que ela mesma fez com todo carinho), já que é uma bióloga de mão cheia. Logo logo postarei aqui foto do produtinho ByGel e deixarei no ateliê da Tita para cada uma de vocês. Já a Déia "Maria" e a Jaque "Maria" moram em Caxias, mas não puderam ir (a gente entende), assim como a nossa doce e iluminada Bete "Maria", que sofreu um acidente de carro, mas graças aos anjos da guarda que certamente intercederam por ela, nossa "Maria" dos florais está bem, no aconchego de seu lar doce lar, se recuperando. Aliás, as Marias te enviam muito carinho e muita energia, em retribuição a todos os sentimentos de paz e harmonia em nossos corações que você nos transmite!

Esta foto é especialmente pra você Bete! 

Bjs.
Gabi "Maria"